segunda-feira, 21 de março de 2016

Meus Excrementos entre Laxantes para Fezes

Meus Excrementos entre Laxantes para Fezes

            Em algum lugar da galáxia as noticias do norte ecoam com uma certa interferência hemisférica do sul, caricatos e pelados desde a origem, a dança entre a burguesia portuguesa e as belas índias com vestes desnudas entortou-se no fecundo ato “sexualístico” gerando o Brasileiro, oposto a si próprio e ao mesmo tempo tão consonante o índio que assistia aquela profanação entre o purgante e o laxante não mais acreditava nas suas entidades religiosas, já com tudo perdido e entremeado daquele cheiro horroroso que mesclava saliva de sapo, fezes e azeite, o índio não se permitiu uma reflexão aprofundada sobre o que acontecia, visto que o que lhe atacava os sentidos era quase um remédio anticonsciência .
            Perpassando o tempo e a miscigenação do Portugasil, mistura de Português com alguma coisa do Brasil, tomou proporções astronômicas, a criação que se deu ao sul já ocupava todo o norte e vice-versa, crescíamos como ratos raparigueiros, melhor, não crescíamos, proliferávamos.
            O Pecado continuava a se espalhar e era um come come que dá dá, que os pecados de Adão e Eva foram perdoados por Deus, e o português feliz que fornicava gritava encoxando a índia peluda, “não criei o pecado eu só aperfeiçoei”, o príncipe patenteado na promiscuidade contribuía de forma algoz na criação de “Bugasia”, pagava como assessoras as mestiças que lhe prestavam serviços políticossexuais, já era um prática do proletariado ficar de quatro frente as armas íntimas do governo.
            Na primeira Revolução Sexualístico do proletariado o príncipe decretou que as Forças Armadas do Império do Brasil descesse o cacete em quem se opusesse ao uso ininterrupto e continuo de suas entranhas. Assim, então o vuvo no vuco continuaria, mas dessa vez não só com as índias.
            As margens de sua própria loucura o império importa negros e negras, escravos, eles trabalham, elas trepam, assim, o proletariado indígena sofreu sua primeira queda, existirá agora concorrência entre mucosas e suores, de pardos a pretos trocamos o ataque as entranhas indígenas que custavam caro aos caprichosos cuidados negreiros e gratuitos, de alguma forma todo mundo ia pro tronco, e era grátis.
            O índio já muito velho quando resolvera dizer o que tinha por anos raciocinado, escuta ecoar pelas correntes do rio que já não adiantava pedir a cristo a solução para sua questão, expulsar os portugas e chamar pelos bretões, a coisa já era tão maluca que até Deus questionava o que nascia daquele chão, afinal, bosta é esterco, basta querer dar finalidade as fezes.

            E assim continuamos, quando o povo chega, chega o povo e diz chega, chame o príncipe novamente, não me basta quatretear, gosto de ser achocalhada,  que venha a burguesia trepar, não tretar, aceitamos nossa subraça, e por favor Portugazis, deem um pouco de farinha branca ao príncipe, ele adora!