Meus Excrementos entre Laxantes para Fezes
Em algum lugar da galáxia as
noticias do norte ecoam com uma certa interferência hemisférica do sul, caricatos
e pelados desde a origem, a dança entre a burguesia portuguesa e as belas
índias com vestes desnudas entortou-se no fecundo ato “sexualístico” gerando o
Brasileiro, oposto a si próprio e ao mesmo tempo tão consonante o índio que
assistia aquela profanação entre o purgante e o laxante não mais acreditava nas
suas entidades religiosas, já com tudo perdido e entremeado daquele cheiro
horroroso que mesclava saliva de sapo, fezes e azeite, o índio não se permitiu uma
reflexão aprofundada sobre o que acontecia, visto que o que lhe atacava os
sentidos era quase um remédio anticonsciência .
Perpassando o tempo e a miscigenação
do Portugasil, mistura de Português com alguma coisa do Brasil, tomou
proporções astronômicas, a criação que se deu ao sul já ocupava todo o norte e vice-versa,
crescíamos como ratos raparigueiros, melhor, não crescíamos, proliferávamos.
O Pecado continuava a se espalhar e
era um come come que dá dá, que os pecados de Adão e Eva foram perdoados por
Deus, e o português feliz que fornicava gritava encoxando a índia peluda, “não
criei o pecado eu só aperfeiçoei”, o príncipe patenteado na promiscuidade contribuía
de forma algoz na criação de “Bugasia”, pagava como assessoras as mestiças que
lhe prestavam serviços políticossexuais, já era um prática do proletariado
ficar de quatro frente as armas íntimas do governo.
Na primeira Revolução Sexualístico do
proletariado o príncipe decretou que as Forças Armadas do Império do Brasil descesse
o cacete em quem se opusesse ao uso ininterrupto e continuo de suas entranhas. Assim,
então o vuvo no vuco continuaria, mas dessa vez não só com as índias.
As margens de sua própria loucura o
império importa negros e negras, escravos, eles trabalham, elas trepam, assim,
o proletariado indígena sofreu sua primeira queda, existirá agora concorrência entre
mucosas e suores, de pardos a pretos trocamos o ataque as entranhas indígenas que
custavam caro aos caprichosos cuidados negreiros e gratuitos, de alguma forma
todo mundo ia pro tronco, e era grátis.
O índio já muito velho quando
resolvera dizer o que tinha por anos raciocinado, escuta ecoar pelas correntes
do rio que já não adiantava pedir a cristo a solução para sua questão, expulsar
os portugas e chamar pelos bretões, a coisa já era tão maluca que até Deus questionava
o que nascia daquele chão, afinal, bosta é esterco, basta querer dar finalidade
as fezes.
E assim continuamos, quando o povo
chega, chega o povo e diz chega, chame o príncipe novamente, não me basta
quatretear, gosto de ser achocalhada, que
venha a burguesia trepar, não tretar, aceitamos nossa subraça, e por favor
Portugazis, deem um pouco de farinha branca ao príncipe, ele adora!
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